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Windows X Linux

Windows X Linux

Patrícia Diehl
Atualmente contamos com dois sistemas operacionais de maior destaque no mercado que são o Windows da Microsoft – software proprietário e o Linux – software livre.
O Windows continua sendo o mais popular, pelo seu layout dinâmico, interativo e intuitivo, principalmente após a ascensão do Windows XP que foi o grande avanço e inovação da Microsoft. E foi a partir daí que o computador se tornou uma ferramenta mais comum, de uso doméstico, pois teve uma significativa redução nos preços, e com os tempos modernos se exigindo o uso de novas tecnologias, eu diria que é quase impossível viver sem essa ferramenta.
A maioria das pessoas sabem muito pouco sobre o Linux, e por isso se têm até um certo “preconceito” sobre esse sistema operacional. Portanto, para entender melhor o softwares livre vou citar as quatro liberdades que o caracterizam:
§                    A liberdade de se executar o programa para qualquer propósito;
§                    A liberdade de se estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades;
§                    A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar seu próximo; e
§                    A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie.
Toda essa liberdade gera uma evolução constante e compartilhada, que faz do software livre uma opção cada vez mais adequada e eficiente para o governo federal, estadual e municipal.   
Os recursos do hardware são mais bem aproveitados. Os desenvolvedores de software livre têm como prática aproveitar ao máximo a capacidade das máquinas, prolongando assim a vida útil dos equipamentos. No caso do software proprietário, novas versões normalmente geram custo casado, isto é, como as atualizações dos programas ou plataformas ficam cada vez mais pesadas, acabam obrigando o usuário à compra de novos computadores.
Por isso nos últimos anos, nosso governo federal tem incentivado no Brasil o uso do sistema operacional Linux, devido ao seu baixo custo e também por existirem vários distribuições brasileiras desse sistema, já que o Windows é de uma empresa estrangeira – a Microsoft, sendo necessário pagar royalties para o uso do mesmo. Nos programas do governo federal como os Telecentros, UAB (Universidade Aberta do Brasil) e também na informatização das escolas, os computadores já vem com o sistema operacional Linux instalado, são distribuições como o Linux Educacional e o Metasys, que são distros brasileiras.
Mas apesar desse incentivo e divulgação existem muitas pessoas que não estão dispostas a conhecer sistemas novos, e se baseiam em comentários de alguns de que “o Linux é ruim” “o Linux é difícil”, ainda existe um receio muito grande em relação ao Linux, mas são pessoas desinformadas, pois o sistema Linux mudou e avançou muito nesses últimos anos, deixou de ser um sistema que somente profissionais especializados e com bom conhecimento pudessem trabalhar, e passou a ser um sistema muito dinâmico e prático tanto para usuários iniciantes como avançados. Eu diria até que temos Linux para todos os gostos, pois existem atualmente dezenas de distribuições: Ubuntu, Metamorphose, Pandorga, Big Linux, Fedora, pQui Linux, KDU xp, Livre S.O., Debian, etc.
Portanto, acredito que devemos experimentar o Linux, sem medo, antes de criticarmos; e estarmos preparados para o “diferente”, afinal, as empresas de grande porte e bem conceituadas usam o Linux como sistema há muitos anos, por ser um programa estável, barato e seguro, oferecendo constantes atualizações gratuitamente, disponibilizando vários aplicativos e recursos uteis e práticos, e ainda, sem ter que adquirir novos equipamentos a cada ano devido a mudanças no software e por não permitir mais certas atualizações obrigando o usuário a trocar de computador e a versão do software, pagando caro por isso e ainda enriquecendo países estrangeiros a nossas custas.
         
 
 
 
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